Homem achado morto em casa foi golpeado com espada ninja antes de ser queimado

Homem achado morto em casa foi golpeado com espada ninja antes de ser queimado, diz polícia
Vítima de 47 anos foi morta por duas mulheres que frequentavam a casa. Segundo a investigação, elas seduziram o homem e pediram para que ele se despisse e fosse amarrado, quando o sufocaram e o golpearam com a espada.


Aparelhos eletrônicos roubados do representante comercial foram achados junto à espada ninja usada no latrocínio (Foto: Polícia Civil/Divulgação)
As duas suspeitas foram identificadas pelas câmeras de segurança instaladas na casa da vítima (Foto: Câmeras de segurança/Reprodução) 

A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Marília (SP) anunciou sexta-feira (23) que esclareceu a morte de um homem de 47 anos, cujo corpo foi encontrado carbonizado na madrugada do dia anterior. Antes de ser queimado, ele foi ferido com golpes de uma espada ninja que ele mantinha em casa.
Segundo a Polícia Civil, o representante comercial Sílvio César Soares Júlio foi vítima de um latrocínio praticado por duas mulheres. Elas foram identificadas através de imagens do circuito de segurança da própria casa da vítima e confessaram o crime.
As mulheres, de 20 e 23 anos, conhecidas pelos apelidos de “Carol” e “Arlequina”, disseram aos policiais que já haviam frequentado a casa da vítima algumas vezes e que resolveram em comum acordo roubá-lo.
Segundo as investigações, as duas foram até a casa da vítima na noite de quinta-feira para um jantar. Na sequência, de acordo com a polícia, elas seduziram a vítima e pediram para que o homem se despisse e fosse amarrado pelas mãos e pelos pés.
Com a vítima imobilizada, as mulheres o sufocaram com o travesseiro e na sequência o golpearam com uma espada ninja que havia na casa. Segundo a polícia, foram cerca de dez golpes aplicados na barriga.
Após roubarem diversos aparelhos eletrônicos e objetos, as duas mulheres colocaram uma jaqueta de couro no rosto da vítima e atearam fogo.
A espada oriental e os aparelhos eletrônicos foram recuperados e a polícia decretou a prisão temporária das mulheres, que podem pegar até 30 anos de prisão. Elas foram levadas para a Cadeia de Lutécia (SP).
Veja mais notícias da região no G1 Bauru e Marília.
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