SUSPEITO CONFESSA CRIME DE JOVEM AVAREENSE




Foi preso temporariamente dia 05/4, o ajudante geral O. J. G. P., de 31 anos, apontado pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) como o assassino da jovem Adriana Luzia Pereira, que estava desaparecida desde o último dia 16 de março, em Avaré.
O cadáver de Adriana foi encontrado ontem à tarde, enterrado em meio a um matagal localizado no cruzamento das Ruas Professora Azurara e Professor João Padilha, no Jardim Bonsucesso II. Familiares dela estiveram no local e reconheceram o corpo. A blusa que a vítima usava quando foi vista pela última vez auxiliou a constatação.
O suspeito, que era vizinho de Adriana, confessou ter tirado a vida da jovem e depois ocultado o corpo. A hipótese de homicídio era levada em consideração pela DIG desde o início da investigação, iniciada logo após o registro do desaparecimento, no dia 20, tendo em vista as informações que chegavam à Delegacia.
Os detalhes do caso foram divulgados em coletiva de imprensa na sede da Seccional de Polícia. Segundo o delegado Fabiano Ribeiro Ferreira da Silva, titular da DIG, O. J. G. P. declarou que saiu com a vítima para um programa sexual e durante o encontro, após um desentendimento entre eles, acabou estrangulando Adriana. Depois, com uma pá, abriu uma vala e enterrou o corpo dela.
O delegado afirmou que a Polícia chegou até o autor com base no depoimento de uma testemunha que teria visto a vítima com ele, em uma motocicleta, indo em direção a uma ponte que fica na estrada que liga Avaré a Itatinga. O local fica próximo do terreno onde o corpo foi localizado.
Ainda segundo o delegado, outra testemunha ajudou a identificar e localizar o suspeito. Há cerca de um ano, a mulher também teria sido vítima de tentativa de estrangulamento durante um encontro amoroso. Essa informação ajudou a DIG a elaborar o perfil do acusado.
A vala onde o corpo de Adriana foi deixado tinha cerca de 2 metros de profundidade por 1 e meio de largura. Foi preciso o apoio do Corpo de Bombeiros para retirá-lo do local.  Devido ao seu avançado estado de decomposição, será feito exame específico com material genético de um parente da vítima para confirmar a identidade. O corpo foi liberado pelo IML dia 06/04, e posteriormente sepultado no Cemitério Municipal de Avaré.
A prisão temporária de O.J.G.P. tem prazo de 30 dias, mas a DIG vai pedir a sua prisão preventiva. Ele responderá pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver.
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