Vereador e pai de vice-prefeito são presos acusados de pedofilia e prostituição

Vereador e pai de vice-prefeito de Itaporanga são presos acusados de pedofilia e prostituição
Filmadora, máquina fotográfica, celulares, computadores e cigarros contrabandeados foram apreendidos com os suspeitos

    Foto G1 Itapetininga
Colaborou: Sergio Pereira e G1 Itapetininga

Uma operação da Polícia Civil em conjunto com a Polícia Militar foi deflagrada nesta terça-feira (10), em Itaporanga, contra a pedofilia e favorecimento à prostituição.
Cinco pessoas foram presas, entre elas o vereador João Custódio da Silva (MDB) e o ex-vereador José Januário Bennini, que também é pai do atual vice-prefeito Douglas Roberto Benini (SD).
De acordo com a reportagem do G1, a reportagem da TV TEM conseguiu contato com o vice-prefeito de Itaporanga, mas ele afirmou que não irá comentar sobre o caso.
De acordo com o delegado José Carlos Fernandes, a operação foi realizada a pedido do Ministério Público, que começou com as investigações em abril do ano passado. 
A ação teve início durante a madrugada e até o momento foram cumpridos cinco mandados de prisão pela cidade.
Foto Policia Militar
Ainda de acordo com o delegado, também foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão. 
Foram apreendidos além máquina fotográfica e filmadora, computadores, pen drives  e celulares dos suspeitos, além de cigarros contrabandeados.
Além de João Custódio e José Januário, foram presos também o agricultor Rogério Aparecido de Moraes , (onde foi encontrado filmadora e máquina fotográfica) o autônomo Samuel de Jesus Oliveira Gomes e o dono de um bar, Geraldo Amadeu da Veiga, que também foi autuado em flagrante por descaminho e contrabando de cigarros.
A assessoria de imprensa da Câmara de Vereadores informou que não vai se pronunciar sobre a prisão do vereador. A reportagem não obteve a posição dos outros presos na operação.
Ainda de acordo com José Carlos Fernandes, o dono do bar, Geraldo Amadeu da Veiga, o ex-vereador José Januario Benini e o agricultor Rogério Aparecido de Moraes também vão responder por estupro de vulnerável. A pena por esse crime varia de oito a 15 anos.
Já a pena por favorecimento à prostituição varia de 4 a 10 anos. Geraldo, suspeito também por descaminho, vai ser encaminhado à Polícia Federal, que vai investigar esse crime.
Os outros presos esperam transferência para um presídio onde tenha cela individual por medida de segurança. Eles ficarão presos preventivamente, informou a Polícia Civil. Segundo o delegado, José Carlos Fernandes, o caso está em segredo de Justiça.
Jornal Sudoeste Paulista

Postar um comentário

SUA OPINIÃO É BEM VINDA ...AFINAL VOCÊ É UM AMIGO DO GUMA!

INSTAGRAM

INSTAGRAM
Copyright © REDE GUMA. Designed