Denúncias de abuso sexual e oposição interna marcam o ano mais difícil do papa Francisco

Papa enfrentou o período mais difícil de seu pontificado, 
afirmam especialistas


Edison Veiga*, *Especial para O Estado
31 Dezembro 2018 | 03h00

Papa Francisco
Defesa do meio ambiente e crítica às armas também fizeram o pontífice ser alvo Foto: EFE
ROMA - Não está sendo nada fácil para Jorge Bergoglio ser o papa Francisco. O argentino que conquistou o mundo com seu carisma e seu jeito pastoral de acolhimento enfrentou, em 2018, o ano mais complicado do pontificado. No centro estão as denúncias de abusos sexuais na Igreja Católica - sobretudo nos casos ocorridos no Chile e nos Estados Unidos - e a forte oposição de setores do cardinalato.
“Essa oposição, que existe em alguns setores, vem crescendo desde a eleição do Santo Padre. Foi aprofundada com a publicação de Amoris Laetitia (exortação apostólica de Francisco, de 2016) e, mais recentemente, com os escândalos de abuso sexual”, comenta o padre jesuíta americano James Martin, consultor do Vaticano. “As mesmas pessoas que estavam contra o papa no começo agora o criticam pela forma como ele lida com a crise dos abusos. Desnecessário dizer que essa crise é um enorme problema, o maior da Igreja, mas alguns desses clérigos estão a usá-la de maneira conveniente para atacá-lo.”
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