FIM DE SEMANA NA REDE

  • NESTE FIM DE SEMANA
FILMES DO FIM DE SEMANA: História de um dos maiores empreendedores do Brasil, o Barão de Mauá, e A PEQUENA SEREIA
Sábado em Série:"O Vigilante Rodoviário Ep 14",Quem ama não mata" Ep 13 ,Viagem ao Fundo do Mar - ATAQUE - CASO ESPECIAL - MARINA, DAQUELE TEMPO - Especial Especial GAROTAS DO FANTÁSTICO
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  • DAQUELE TEMPO 
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  • SABADO EM SÉRIE

Marina (Caso Especial, 1991)


Vídeo com restrição de idade
SINOPSE: Rapaz se apaixona pela jovem amante de um mafioso.
Dir.: Marcos Paulo
Elenco: Adriana Esteves, Miguel Falabella, Carlos Eduardo Dolabella, Bia Seidl, Marcelo Novaes, Bruno Garcia, Ruth de Souza
  • - Vigilante Rodoviário

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O pioneiro seriado brasileiro O Vigilante Rodoviário foi criado, dirigido pelo cineasta Ary Fernandes e como produtor técnico Alfredo Palacios, para TV brasileira exibido na década de 1960 pela Tupi. Ary Fernandes também é o compositor da canção tema de abertura da série, intitulada Canção do Vigilante Rodoviário.↙



↘Desde criança, Fernandes sentia falta de um herói 100% brasileiro. A criação da série, foi a realização deste antigo sonho. A escolha do tema, foi a admiração que ele próprio nutria pela Polícia Rodoviária e pela simpatia que a população sentia por este orgão.
Foi ao ar pela primeira vez em 3 de janeiro de 1962, na Tupi Canal 4 numa (4ª) quarta-feira, às 20h05 após o telejornal Repórter Esso, e patrocinado pela Nestlé do Brasil.
Em 1967, foi novamente reexibido pela Tupi. Durante a década de 1970 a série foi reexibida pela Globo. Até então, a Rede Globo (TV aberta) era a única emissora que havia reprisado a série além da Tupi.
Foi o primeiro seriado filmado em película de cinema no Brasil. No total foram 38 episódios, nos quais os personangens Inspetor Carlos, interpretado por Carlos Miranda, e seu cão Lobo, lutavam contra o crime, à bordo de uma motocicleta Harley-Davidson 1952 ou de um Simca Chambord 1959, na altura do km 38 da Rodovia Anhanguera onde a maior parte dos episódios foi filmado devido ao clima que se apresenta ensolarado grande parte do ano, fator fundamental para as filmagens externas.
O primeiro episódio da série foi O Diamante Grão Mongol, sobre ladrões internacionais que entraram no país pelo porto de Santos. Devido ao pouco tempo disponível entre as filmagens dos episódios, foi necessário que o personagem do Vigilante fosse dublado. Para esta tarefa foi contratado um rádioator da Rádio São Paulo. A série recebeu os mais expressivos troféus entre ele: Troféu Roquete Pinto, Sete Dias na TV e Troféu Imprensa.
Em 1978, Ary Fernandes e a PROCITEL - Produções Cine Televisão Ltda. como a produtora do seu filme piloto e outros cineasta participantes, foram escolhidos através de um projeto da Embrafilme que visava incentivar a produção nacional de filmes alta qualidade. Com o filme piloto para uma nova série do O Vigilante Rodoviário pronto, ele seria encaminhado a censura federal, e consequentemente, seria apresentado as emissoras para que fosse dado a continuidade. O ator escolhido para viver o Vigilante Carlos, foi o galã Antônio Fonzar. Para viver o cão Lobo, foram utilizados 5 cães da policia militar do estado de São Paulo.
Infelizmente, por problemas enfrentados pela Embrafilme, este projeto que traria novamente
O Vigilante Rodoviário para televisão, não pode ser concluido, ficando restrito a somente um filme. Por este motivo, este filme nunca foi exibido no cinema e o público nunca teve a oportunidade de assistí-lo

  • Viagem ao Fundo do Mar - ATAQUE 

Viagem ao Fundo do Mar se tornou a primeira das quatro séries de ficção científica para a televisão que o produtor Irwin Allen viria realizar: Perdidos no Espaço, Terra de Gigantes e O Túnel do Tempo. Protagonizada por Richard Basehard (como Almirante Nelson) e David Hedison (Capitão Crane), a série foi apresentada originalmente nos EUA, pela rede ABC, entre 14 de setembro de 1964 e 31 de março de 1968, num total de 110 episódios, divididos em quatro temporadas.
As duas primeiras temporadas de Viagem ao Fundo do Mar acontecem no imaginário de um futuro da década de 1970 e, nas outras duas, os acontecimentos giram em torno do futuro dos anos 1980. Com o desenrolar dos episódios, viu-se histórias fantásticas que exploravam tramas de espionagens e complôs, ambientadas em um cenário futurístico de ficção científica, em função da presença do submarino nuclear e seu arsenal. A tripulação do Seawiew enfrentou terríveis monstros de todo tipo e tamanho, sereias (!), terroristas, espiões, cientistas loucos e até alienígenas. Há histórias com visível influência da série Além da Imaginação (The Twilight Zone, 1959-64).
A série também mostra a participação dos diversos membros da tripulação, que têm uma presença fixa nos episódios, cada um desempenhando uma função e que de alguma forma acabam também envolvidos pela trama do episódio.
Os atores Del Monroe e Mark Slade participaram do longa-metragem e da série de tevê, como membros da tripulação. Del Monroe, que era o marujo Kwoski no filme, passou a ser chamado de Kowalski na série, teve grande destaque em quase todos os episódios. Mark Slade permaneceu somente na 1ª Temporada da série, interpretando o Marujo Malone.
Na época, os roteiristas não estavam acostumados a escrever para esse tipo de programa de ficção. Assim, produziam textos que giravam em torno daquilo que conheciam, com a diferença que as histórias eram situadas dentro de um submarino nuclear.


  • - QUEM AMA NÃO MATA

Minissérie "Quem ama não Mata", exibida entre 12 de Julho e 6 de Agosto de 1982, às 10h, em 20 capítulos. Minissérie de Euclydes Marinho com direção de Daniel Filho e Denis Carvalho. MAIS ABAIXO, TODOS OS CAPÍTULOS DE "AVENIDA PAULISTA" 
OUTROS DE QUEM AMA NÃO MATA CLIQUE AQUI


  • FILMES DO FIM DE SEMANA
Barão de Mauá – Irineu Evangelista de Souza -, foi um brilhante industrial, banqueiro, político e diplomata, nasceu no Brasil, em uma cidade chamada Arroio Grande, pertencente ao município de Jaguarão, Rio Grande do Sul.
Muito cedo perdeu o pai e, ao lado de um tio que era capitão da marinha mercante, mudou-se para o Rio de Janeiro.
Com 11 anos de idade já trabalhava na função de balconista em uma loja de tecidos; graças à sua esperteza foi progredindo aceleradamente. No ano de 1830 empregou-se em uma firma de importação de propriedade de Ricardo Carruther, com quem aprendeu inglês, contabilidade e a arte de comercializar. Com 23 anos subiu de posição, tornou-se gerente e pouco tempo depois sócio da companhia.
Após realizar uma viagem à Inglaterra, em 1840, concluiu que o Brasil precisava de capital para investir na industrialização.
Irineu decidiu sozinho avançar em direção ao progresso, edificou os estaleiros da Companhia Ponta da Areia, construiu, no ano de 1846 a indústria náutica brasileira, que se estabeleceu no Rio de Janeiro, mais precisamente em Niterói.
Em questão de um ano já possuía a maior indústria do país, contribuindo para colocar no mercado de trabalho mais de mil operários, fabricando caldeiras para máquinas a vapor, investindo em engenhos de açúcar, guindastes, prensas, armas e tubos para encanamento de água.
Quando houve as batalhas contra Oribe, Rosas e López, a Companhia Ponta da Areia forneceu os navios e canhões necessários.
Deste momento em diante, Irineu Evangelista resolveu se dedicar a duas atividades em potencial – dividiu-se entre a profissão de industrial e a de banqueiro.
Foi precursor na área dos serviços públicos, entre várias de suas atuações podemos citar:
1851 – Rio de Janeiro – Construiu uma companhia de gás voltada para a iluminação pública do Rio de Janeiro.
1852 - Colocou em ordem as corporações de navegação a vapor no Rio Grande do Sul e no Amazonas.
1854 – Introduziu a primeira estrada ferroviária, que ia da Raiz da Serra à cidade de Petrópolis, no Rio de Janeiro.
1854 – Contribuiu com a fase inicial da União e Indústria, a primeira estrada ladrilhada do país, que compreendia o trecho de Petrópolis a Juiz de Fora.
1874 - Ajustou o assentamento do cabo submarino, entre tantas outras realizações.
Através de uma sociedade firmada com capitalistas da Inglaterra e cafeicultores de São Paulo, tomou parte na construção da Recife and São Francisco Railway Company, da estrada de ferro dom Pedro II – hoje a Central do Brasil -, e da São Paulo Railway – atual Santos-Jundiaí.
Deu início à edificação do canal do mangue, no Rio de Janeiro, e respondeu pela implantação dos primeiros cabos telegráficos e submarinos, conectando o Brasil à Europa.
No final do ano de 1850, o então visconde inaugurou o Banco Mauá, MaCGregor & Cia, com várias filiais espalhadas pelas capitais brasileiras, e também no exterior, como em Londres, Nova Iorque, Buenos Aires e Montevidéu.
Era considerado um liberal, abolicionista e peremptoriamente antagônico à Guerra do Paraguai, concedeu os recursos financeiros imperiosos para a defesa de Montevidéu quando esta cidade se sentiu acuada pela liderança imperial que decidiu intervir, em 1850, nas questões do Prata. Com suas atitudes contra o governo, acabou por se transformar em uma pessoa não bem vista pelo Império.
Suas fábricas foram sabotadas, ações criminosas aconteceram, sem a menor cautela, e suas transações comerciais foram atingidas pela lei, que passou a cobrar taxas exorbitantes sobre as importações.
Na carreira política foi deputado pelo Rio Grande do Sul em vários mandatos, porém, em 1873, renunciou ao seu encargo para poder se dedicar a seus negócios que se encontravam em risco desde a crise bancária de 1864.
Em 1875, Irineu sofreu um duro golpe, amargou a falência do Banco Mauá, em vista disso ele foi obrigado a vender a maior parte de suas empresas a capitalistas do exterior.
Encontrava-se então doente, era portador de diabetes, porém só sossegou quando finalmente conseguiu liquidar todas as suas contas.
De cabeça erguida, viu encerrada a sua vida de grande empreendedor, nobremente se retirou da vida de industrial e terminou seus dias sem nenhum patrimônio, mas com algo que valia mais que qualquer bem material, dignidade e fidelidade às suas convicções.
Durante o período em que esteve na ativa, foi merecedor de vários títulos: em 1854 conquistou o de Barão e em 1874 o de Visconde de Mauá.

  • REPRISES

- AVENIDA PAULISTA 
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- TIAZINHA
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