Jair Bolsonaro não foi a minha primeira opção para presidente, mas por uma questão óbvia, votei nele no segundo turno. Creio que o Brasil fez uma boa escolha, e ele também soube fazer boas escolhas de seus auxiliares, logicamente sendo necessário fazer alguns ajustes posteriores. Suas atitudes e seus palavreados quando não sendo muito ortodoxos, estão sendo positivos e agradando grande parte de seus eleitores, e também de eleitores de outros candidatos.

O Lula até o ano passado era a única pessoa carismática, que embora tivesse suas trapalhadas, mantinha e mantém uma multidão de fanáticos surdos e cegos que não ouvem e nem vêem suas mazelas, mas têm uma garganta barulhenta que o endeusam até hoje. Os Bolsonaristas estão agindo da mesma maneira dos Lulistas, em que tudo nele está perfeito e não admitem o contrário. Estes fanáticos não são capazes de enxergar as trapalhadas cometidas pelos seus três filhinhos que poderão impactar toda sua gestão. Até o ano passado, estes três personagens só tinham influência dentro de seus próprios quarteirões. Não sei qual são suas formações acadêmicas, mas sei que suas profissões é a política. Por que se arriscar em uma atividade autônoma, se na política não se exige capacidade e nem esforço, mas proporciona um provento e uma aposentadoria invejáveis?

Para o bem de seu pai e para o bem do Brasil, cada um volte para seus parlamentos e deixem quem realmente entende de política e de administração, e que foram muito bem escolhidos, dêem suporte para a boa administração que está sendo implementada.

Sem as ingerências destes patetas, as desavenças dentro do partido seriam resolvidas, ou não, mas sem respingar no Presidente, o que não acontece hoje. Amigo não é aquele que aplaude, mas sim aquele que aconselha, mostra os erros e indica os caminhos.

J. Barreto

Foto: Ilustrativa