O Parlamento e as Instâncias Superiores do Judiciário estão desmoralizados e rejeitados pela população, que já não suporta mais ser o ″burro de carga″ tangido por quem os deveria proteger.




Os Parlamentos tanto nas esferas federais, estaduais e municipais são compostos por 10% de pessoas altruístas que lá estão com o sentimento nobre de trabalhar pelo povo, 25% são massa de manobra, 60% estão somente defendendo interesses próprios ou de grupos e 5% são os chefões que realmente têm poder de mando.


O Judiciário dispensa comentários, pois as exceções são tão raras que são ofuscadas pela maioria.

Em um regime que se diz democrático, estes dois poderes legislam em causa própria, criando privilégios muitas vezes de caráter até imoral, que abrangem desde o menor servidor até as presidências. Para eles, o povo e o Brasil são meras conseqüências.

A democracia não é, e nem pode ser, exercida somente pelos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, pois além deles existe um povo que clama por justiça e depositam suas esperanças nas Forças Armadas, que realmente garantem o exercício democrático e o direito de justiça. Quando comparamos os privilégios e os benefícios concedidos a estas duas classes, ao que é dado as classes trabalhadoras e às produtivas, nos sentimos realmente uns Zés ninguém e só podemos pedir a proteção de Deus e dos militares.

Hoje tenho orgulho do Brasil, mas tenho vergonha de ser brasileiro.

Não é isto que quero, e nem o povo quer, mas a Paciência Tem Limite!

J. Barreto