Governo CONFIRMA que vai usar WhatsApp no auxílio de R$600 e FGTS

  • O banco confirmou o bloqueio de "centenas de milhares" de contas, devido à identificação de fraudes.

A Caixa Econômica Federal confirmou que a partir desta quinta-feira, 23 de julho, parte das pessoas que enfrentam problemas para acessar o aplicativo Caixa Tem poderá liberar o acesso enviando documentos pelo WhatsApp. 
Trabalhadores relatam, desde a semana passada, ter recebido um aviso para comparecerem à uma agência da Caixa com um documento de identidade para comprovar que são os titulares das contas e desbloquear os serviços do aplicativo. 
O banco confirmou o bloqueio de “centenas de milhares” de contas, devido à identificação de fraudes. 
Apenas quem teve o acesso bloqueado em razão de “inconsistências cadastrais” poderá fazer uso do WhatsApp para enviar documentos. Já quem teve o acesso bloqueado devido à suspeita de fraude (51%) continuará tendo que comparecer a uma agência da Caixa com documento de identificação.
  • Documentos via WhatsApp  
De acordo com Pedro Guimarães, presidente da Caixa, 49% das pessoas que estão com acesso ao Caixa Tem bloqueado apresentam “inconsistências cadastrais”, sem indício de fraude.  
A partir desta quinta-feira (23), as pessoas que estão com esse problema poderão acessar o aplicativo Caixa Tem para pedir o desbloqueio. O próprio app dará orientações sobre como enviar os documentos através do WhatsApp.  
Ainda, segundo o presidente da Caixa, após o envio dos documentos, o desbloqueio de todas as funções do Caixa Tem deve acontecer em até 24 horas. 

  • Tentativa de golpes via WhatsApp 
Pedro Guimarães afirmou que as pessoas não devem acessar links enviados diretamente pelo WhatsApp ou por outras redes sociais. Apenas o link repassado dentro do próprio Caixa Tem é confiável para o envio de documentos particulares ao banco. 

“Nenhum outro aplicativo tem validade [para pedir documentos].
O único app em que essa informação é válida é o do Caixa Tem. É relevante isso para evitar qualquer envio de documentação dos clientes para pessoa que não esteja efetivamente analisando a questão.”

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