quarta-feira, 30 de maio de 2012

JG - JORNAL DO GUMA



CULTURA

FESMIA Festival de Música Instrumental de Avaré, simplesmente surpreendente...


O evento que tem a realização da Secretaria da Cultura e Lazer passou a integrar o calendário cultural do município desde sua primeira edição em Abril de 2009.
O Festival mais um vez surpreendeu, principalmente por ser uma das poucas iniciativas de promoção deste gênero musical. A resposta do público é imediata: a maior parte dos espetáculos são receptivos a ponto de lotarem os espaços das apresentações, mostrando que o que falta é realmente permitir que a população tenha acesso à música de boa qualidade.


                         Apresentação da Camerata Darcos no Santuário Nossa Senhora das Dores
Contato: cameratadarcos@gmail.com - 11 7713-8320 - ou CLIQUE AQUI

O FESMIA em suas edições (2009 a 2012) mostrou-se com resultados muito positivos permitindo a toda região assistir espetáculos gratuitos de ótima qualidade como; Grupo de Choro do Conservatório de Tatuí, Orquestra Sinfônica de Lençóis Paulista, Grupo Trinca Ferro de Tatuí, Camerata de Violões, Arminda's Quartet (USC de Bauru – Jazz); Camerata de Violões (USC de Bauru – Clássicos); André Spock Trio (Botucatu – Blues); o Quarteto Pererê, além de sucessos locais como Leroy Amendola Du Javaro e Amigos, Teixeira (Mestre Teixeira é o referencial do FESMIA) e Amigos e vários outros.
Neste ano apresentações de grupos como Quarteto Instrumental de Avaré, do solista de violão Leandro Gonçalves, da emocionante homenagem aos 100 de anos de Adoniram Barbosa com Bandolim Elétrico, do Sexteto Revirando e a apresentação do ultimo dia no altar do Santuário Nossa Senhora das Dores da Camerata Darcos, com certeza causou uma sensação de êxtase, no publico que esteve lá e irá levar para os anais da história (e estarão sempre presentes na memória das pessoas) estes momentos inspiradores. 2012 o ano da quarta edição do FESMIA consagrou o Festival que muitos não acreditavam ter sequer uma segunda edição por ser uma proposta ousada realizar um evento de músicas não reconhecidas como “populares”.
Mas mesmo com todas as dificuldades, e pouquíssimos recursos, mais esta iniciativa de inserção cultural deu retorno que se desejava - a boa receptividade e bom nível participação do público.
Por: Guma é Gumercindo Castellucci Filho, Professor e Jornalista, especialista em Comunicação – Fone 14 9774-6933 - www.redeguma.com


ASSISTA O VÍDEO NA TV GUMA CLIQUE AQUI


Integrantes da equipe da Cultura e Rede Guma com o violonista Leandro Márcio
Contato: leandromarciogoncalves@gmail.com (12) 3642-8165


HISTÓRIA DA MÚSICA INSTRUMENTAL

Até o início do século XVI os instrumentos musicais eram usados apenas para acompanhar os cantos ou marcar o compasso das músicas.
A partir disso, as composições instrumentais foram ficando cada vez mais frequentes até que, durante o período barroco, a música instrumental passou a ter importância igual à vocal.
 Foi durante o período clássico (da música), porém, compreendido entre os anos de 1750 e 1810, que a música instrumental passou a ter importância maior do que a vocal, devido ao aperfeiçoamento dos instrumentos e ao surgimento das orquestras.

NO BRASIL

Como não podia deixar de ser, a música popular brasileira moldou-se a partir de todas estas fontes, bem como das influências vindas da música africana, trazida por negros.
Historiadores da música afirmam que a modinha (da Europa) e o lundu (da África) são as grandes influências da música popular brasileira e, juntamente com o schotishs, a valsa, o tango e a polca, são grandes influências também para o choro, que é essencialmente instrumental, e considerado primeiro gênero popular urbano do Brasil.
VEJA TODAS AS FOTOS CLIQUE AQUI